Leia a última edição de nosso boletim da política sexual





Leia a última edição de nosso boletim da política sexual
SPW, NUH/UFMG e ANTRA lançam o relatório de pesquisa “Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil”. O estudo examina de onde vêm, quem são, onde estão as correntes feministas antigênero/transfóbicas/essencialistas brasileiras e como se situam e atuam no cenário político mais amplo de desdemocratização, crescimento do ultraconservadorismo e da extrema direita no país.
No dia 22 de janeiro, o governo dos EUA anunciou a suspensão do financiamento a organizações estrangeiras que atuam na promoção de iniciativas de diversidade, equidade e inclusão. O SPW resumiu as principais alterações, que expandem as restrições previstas na "Regra Global da Mordaça" (Mexico City Policy) e que ainda terão muitos desdobramentos.
Conheça a série e acesse as relatorias dos debates sobre América Latina, EUA e África
A série Termos Ambíguos busca esclarecer a origem e os usos de expressões que têm sido usadas em discursos da extrema direita. A série é uma parceria do podcast Oxigênio, da Unicamp, com SPW
A ascensão repentina do “Partido Cockroach Janata” nas redes sociais indianas nos últimos dias revelou algo importante não só sobre a política, mas também sobre a atenção e a textura em constante mudança da própria vida pública. Artigo do portal The Wire traduzido pelo SPW.
Este artigo examina o surgimento, a consolidação e os efeitos políticos das correntes feministas antigênero e transexclusionárias no Brasil entre a década de 2010 e meados da década de 2020, conforme mapeado em Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil (2025).
Nesta quarta edição do “Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências”, trazemos informações sobre as tentativas de impedir travestis e transexuais acessarem banheiros com segurança e dignidade. Também falamos sobre o avanço das cotas para pessoas trans em concursos públicos da Justiça do Trabalho e as mobilizações de homens trans e pessoas transmasculinas no Brasil.
Este breve informe foi elaborado pela ANTRA-SPW-NUH/UFMG para informar o público internacional sobre estes desenvolvimentos, que ocorreram imediatamente antes da Conferência da ILGA LAC. Ele recapitula e sintetiza os resultados de relatórios recentes sobre o estado atual da política antigênero no Brasil, com especial destaque para o papel crescente das correntes feministas excludentes de pessoas trans no contexto brasileiro.
Desde algumas décadas, o mês de março é quando se celebram os direitos das mulheres. A proposta original deste boletim era chamar atenção para sinais trocados e perturbadores que observamos no tumultuado cenário de março de 2026.
Apresentação Em novembro de 2025, a revista Feministische Studien publicou uma entrevista com Judit Takács, socióloga queer húngara sobre o
Este artigo examina o surgimento, a consolidação e os efeitos políticos das correntes feministas antigênero e transexclusionárias no Brasil entre a década de 2010 e meados da década de 2020, conforme mapeado em Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil (2025).
Este breve informe foi elaborado pela ANTRA-SPW-NUH/UFMG para informar o público internacional sobre estes desenvolvimentos, que ocorreram imediatamente antes da Conferência da ILGA LAC. Ele recapitula e sintetiza os resultados de relatórios recentes sobre o estado atual da política antigênero no Brasil, com especial destaque para o papel crescente das correntes feministas excludentes de pessoas trans no contexto brasileiro.
Esse informe é resultado de uma virtuosa parceria entre o SPW e o site português BUALA, editado por Marta Lança. Agradecemos a Marta e a Mariana Moniz pela parceria.
O Observatório de Sexualidade e Política (SPW), o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+ da Universidade
O SPW, em parceria com o Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+ da Universidade Federal de
Em 2024, mais de 60 países realizaram ou realizarão eleições em diferentes níveis de governo. As disputas
Em 2024, mais de 64 países terão eleições em diferentes níveis*. Essas disputas são tanto eleitorais quanto
Abaixo, apresentamos a tradução ao português da relatoria sobre o webinário “Democracias em disputa: América Latina”. O
Abaixo, apresentamos a tradução ao português da relatoria sobre o webinário “Democracias em disputa: Estados Unidos”. O
O que é “identitarismo” e por que é uma acusação? A “linguagem neutra” é um atentado à língua portuguesa? E a “família” tradicional é uma realidade ou um ideal brasileiro? Essas são algumas perguntas que a segunda edição da publicação “Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia” pretende responder.
A ascensão repentina do “Partido Cockroach Janata” nas redes sociais indianas nos últimos dias revelou algo importante não só sobre a política, mas também sobre a atenção e a textura em constante mudança da própria vida pública. Artigo do portal The Wire traduzido pelo SPW.
Este artigo examina o surgimento, a consolidação e os efeitos políticos das correntes feministas antigênero e transexclusionárias no Brasil entre a década de 2010 e meados da década de 2020, conforme mapeado em Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil (2025).
Nesta quarta edição do “Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências”, trazemos informações sobre as tentativas de impedir travestis e transexuais acessarem banheiros com segurança e dignidade. Também falamos sobre o avanço das cotas para pessoas trans em concursos públicos da Justiça do Trabalho e as mobilizações de homens trans e pessoas transmasculinas no Brasil.
Este breve informe foi elaborado pela ANTRA-SPW-NUH/UFMG para informar o público internacional sobre estes desenvolvimentos, que ocorreram imediatamente antes da Conferência da ILGA LAC. Ele recapitula e sintetiza os resultados de relatórios recentes sobre o estado atual da política antigênero no Brasil, com especial destaque para o papel crescente das correntes feministas excludentes de pessoas trans no contexto brasileiro.
Desde algumas décadas, o mês de março é quando se celebram os direitos das mulheres. A proposta original deste boletim era chamar atenção para sinais trocados e perturbadores que observamos no tumultuado cenário de março de 2026.
Apresentação Em novembro de 2025, a revista Feministische Studien publicou uma entrevista com Judit Takács, socióloga queer húngara sobre o
2 de abril de 2026 Olá, Esta é a terceira edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa
2 de março de 2026 Olá, Esta é a segunda edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa