Sexuality Policy Watch [PTBR]

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Gênero & Urnas é uma plataforma coletiva de estudantes, pesquisadoras e pesquisadores de diferentes regiões do país, interessados em compreender como o gênero “aparece”  no tempo eleitoral de 2026: nos planos de governo das candidaturas, na propaganda e nas narrativas e outros conteúdos circulando nas redes, em entrevistas, debates e embates das campanhas e no próprio pleito. Também vamos observar e analisar o que vem em seguida, no período pós-eleitoral imediato.

A presença de pessoas LGBT+ nas disputas eleitorais é mais antiga do que a jovem democracia formal brasileira e quase tão longeva quanto a controvérsia sobre o sentido dessa presença. Desde as primeiras organizações ativistas, perguntava-se se as experiências, as demandas e as propostas dessa população encontrariam abrigo nos partidos políticos, mesmo nos que pareciam mais abertos à diversidade sexual e de gênero. Essa pergunta nunca foi respondida de forma consensual. Hoje ela retorna com outra cara: o que significa representação LGBT+ quando se desagarra da pauta dos direitos democráticos? O que devemos ler nas candidaturas LGBTQIA+ à direita, em todas as suas variantes? Elas não são numericamente expressivas, não são publicamente conhecidas, não têm lastro histórico, mas existem e estão enquadradas num projeto político antidemocrático.

Os Princípios de Yogyakarta, co-coordenado por Sonia Corrêa (SPW), tratam de um amplo espectro de normas de direitos humanos e de sua aplicação a questões de orientação sexual e identidade de gênero.

Como temos analisado desde 2022, o esporte é hoje um  conflagrado campo de batalha centrado na participação de mulheres trans. Nesses embates, as forças conservadoras antigênero se entrelaçam com posições de defensoras dos direitos das mulheres – muitas das quais se definem como feministas — cuja pauta é a suposta defesa do lugar das mulheres nos esportes. O resultado desses embates tem sido o cerceamento e exclusão de atletas trans dos espaços esportivos.

Neste momento, se você estiver nos EUA, já deve com certeza ter ouvido os incessantes apelos republicanos para “tirar os homens dos esportes femininos”. É o argumento usado para demonizar as meninas e mulheres trans que jogam em equipes femininas e afastá-las completamente dos esportes escolares e universitários. Artigo de Françoise Girard, traduzido pelo SPW.

A política provavelmente afetará um grande número de mulheres e meninas em todo o mundo: o COI recomenda a realização da triagem “no início da carreira esportiva”, expondo até mesmo atletas em fase de desenvolvimento a resultados de testes genéticos potencialmente devastadores. Dado o número de modalidades esportivas e de países nos quais a política será implementada — atualmente, há 43 modalidades no programa olímpico combinado de verão e inverno e mais de 200 Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) —, é provável que a implementação da política seja bastante variada, expondo mulheres e meninas a uma ampla gama de possíveis danos.

Olá, Esta é a sexta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e NUH/UFMG. Nesta edição, republicamos uma

Convidamos mais uma vez Stefano Fabeni para avaliar os percursos políticos, os avanços e as ambivalências em jogo durante o primeiro ano do primeiro papa norte-americano. Agradecemos-lhe pelo seu tempo e pelas suas perspectivas esclarecedoras!

Olá, Esta é a quinta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e NUH/UFMG. Nesta edição, trazemos informações

Este artigo examina o surgimento, a consolidação e os efeitos políticos das correntes feministas antigênero e transexclusionárias no Brasil entre a década de 2010 e meados da década de 2020, conforme mapeado em Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil (2025).

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