Sexuality Policy Watch [PTBR]

Tag Archives: direitos trans

Como temos analisado desde 2022, o esporte é hoje um  conflagrado campo de batalha centrado na participação de mulheres trans. Nesses embates, as forças conservadoras antigênero se entrelaçam com posições de defensoras dos direitos das mulheres – muitas das quais se definem como feministas — cuja pauta é a suposta defesa do lugar das mulheres nos esportes. O resultado desses embates tem sido o cerceamento e exclusão de atletas trans dos espaços esportivos.

Neste momento, se você estiver nos EUA, já deve com certeza ter ouvido os incessantes apelos republicanos para “tirar os homens dos esportes femininos”. É o argumento usado para demonizar as meninas e mulheres trans que jogam em equipes femininas e afastá-las completamente dos esportes escolares e universitários. Artigo de Françoise Girard, traduzido pelo SPW.

A política provavelmente afetará um grande número de mulheres e meninas em todo o mundo: o COI recomenda a realização da triagem “no início da carreira esportiva”, expondo até mesmo atletas em fase de desenvolvimento a resultados de testes genéticos potencialmente devastadores. Dado o número de modalidades esportivas e de países nos quais a política será implementada — atualmente, há 43 modalidades no programa olímpico combinado de verão e inverno e mais de 200 Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) —, é provável que a implementação da política seja bastante variada, expondo mulheres e meninas a uma ampla gama de possíveis danos.

Olá, Esta é a sexta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e NUH/UFMG. Nesta edição, republicamos uma

Convidamos mais uma vez Stefano Fabeni para avaliar os percursos políticos, os avanços e as ambivalências em jogo durante o primeiro ano do primeiro papa norte-americano. Agradecemos-lhe pelo seu tempo e pelas suas perspectivas esclarecedoras!

Olá, Esta é a quinta edição do Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências, uma iniciativa conjunta da ANTRA, SPW e NUH/UFMG. Nesta edição, trazemos informações

Este artigo examina o surgimento, a consolidação e os efeitos políticos das correntes feministas antigênero e transexclusionárias no Brasil entre a década de 2010 e meados da década de 2020, conforme mapeado em Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no Brasil (2025).

Nesta quarta edição do “Boletim Políticas Trans: Ofensivas e Resistências”, trazemos informações sobre as tentativas de impedir travestis e transexuais acessarem banheiros com segurança e dignidade. Também falamos sobre o avanço das cotas para pessoas trans em concursos públicos da Justiça do Trabalho e as mobilizações de homens trans e pessoas transmasculinas no Brasil.

Este breve informe foi elaborado pela ANTRA-SPW-NUH/UFMG para informar o público internacional sobre estes desenvolvimentos, que ocorreram imediatamente antes da Conferência da ILGA LAC. Ele recapitula e sintetiza os resultados de relatórios recentes sobre o estado atual da política antigênero no Brasil, com especial destaque para o papel crescente das correntes feministas excludentes de pessoas trans no contexto brasileiro.

Desde algumas décadas, o mês de março é quando se celebram os direitos das mulheres. A proposta original deste boletim era chamar atenção para sinais trocados e perturbadores que observamos no tumultuado cenário de março de 2026.

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