Sexuality Policy Watch [PTBR]

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O candidato de ultradireita Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), terminou o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT): 47,03% contra 45,16% dos votos válidos. Os dois voltam às urnas em 25 de outubro. O PL sai com as maiores bancadas da Câmara e do Senado, e quem vencer governará com um Congresso com dominância da ultradireita. A disputa pelo Supremo Tribunal Federal também está em jogo, já que o próximo mandatário indicará quatro ministros à Corte.

Gênero & Urnas é uma plataforma coletiva de estudantes, pesquisadoras e pesquisadores de diferentes regiões do país, interessados em compreender como o gênero “aparece”  no tempo eleitoral de 2026: nos planos de governo das candidaturas, na propaganda e nas narrativas e outros conteúdos circulando nas redes, em entrevistas, debates e embates das campanhas e no próprio pleito. Também vamos observar e analisar o que vem em seguida, no período pós-eleitoral imediato.

A presença de pessoas LGBT+ nas disputas eleitorais é mais antiga do que a jovem democracia formal brasileira e quase tão longeva quanto a controvérsia sobre o sentido dessa presença. Desde as primeiras organizações ativistas, perguntava-se se as experiências, as demandas e as propostas dessa população encontrariam abrigo nos partidos políticos, mesmo nos que pareciam mais abertos à diversidade sexual e de gênero. Essa pergunta nunca foi respondida de forma consensual. Hoje ela retorna com outra cara: o que significa representação LGBT+ quando se desagarra da pauta dos direitos democráticos? O que devemos ler nas candidaturas LGBTQIA+ à direita, em todas as suas variantes? Elas não são numericamente expressivas, não são publicamente conhecidas, não têm lastro histórico, mas existem e estão enquadradas num projeto político antidemocrático.

As ofensivas antitrans que varrem o Brasil também estão presentes no estado do Piauí. Embora antecedentes possam ser verificados em períodos anteriores, foi a partir de janeiro de 2026 que esse cenário se intensificou no estado, em consonância com o que ocorre no restante do país. Este texto descreve e analisa, de maneira concisa, estes últimos eventos, evidenciando que, além das dinâmicas locais, eles revelam intercambio e articulação com atores de abrangência nacional, e mesmo internacional, que hoje lideram essas ofensivas. Por Dandara Leite Carvalho

Por Bruna Quinsan Camargo. Há uma disputa particularmente simbólica acontecendo nas eleições para deputado federal em São Paulo. De um lado, Erika Hilton, uma mulher trans, deputada federal e candidata à reeleição. Do outro, Lucas Pavanato, vereador da capital e candidato a deputado federal.

Convidamos mais uma vez Stefano Fabeni para avaliar os percursos políticos, os avanços e as ambivalências em jogo durante o primeiro ano do primeiro papa norte-americano. Agradecemos-lhe pelo seu tempo e pelas suas perspectivas esclarecedoras!

Para comentar o processo que levou à aprovação do PDL 3, bem como fazer um balanço político pós-votação e dos desafios futuros para o movimento pelo direito ao aborto no Brasil, entrevistamos Laura Molinari, co-coordenadora da Campanha Nem Presa Nem Morta. A entrevista, conduzida por Nana Soares, narra os desafios desde a aprovação da Resolução 258, em 2024, intensificados não só pela composição ultraconservadora do Congresso e do Senado como pela omissão dos aliados no campo institucional.

Este breve informe foi elaborado pela ANTRA-SPW-NUH/UFMG para informar o público internacional sobre estes desenvolvimentos, que ocorreram imediatamente antes da Conferência da ILGA LAC. Ele recapitula e sintetiza os resultados de relatórios recentes sobre o estado atual da política antigênero no Brasil, com especial destaque para o papel crescente das correntes feministas excludentes de pessoas trans no contexto brasileiro.

EUA sofre dupla derrota histórica na ONU ao tentar impor agenda antigênero na CSW70 – Catarinas Quem pode parar Trump? As mulheres – Jamil Chade

Projetos de lei para limitar presença de crianças no carnaval se espalham sob críticas de juristas e foliões – O Globo Após BH, vereador de

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