Fórum AWID 2016: BRICs e política sexual
No dia 10 de setembro, o SPW – Sexuality Policy Watch, em colaboração com a CAL – Coalition of African Lesbians, CONECTAS Human Rights, DAWN – Development Alternative with Women for a New Era, organizou uma sessão/oficina intitulada ‘Poderes Emergentes, gênero, sexualidade e direitos humanos” durante o Fórum Awid,
A política sexual em agosto de 2016
O assunto inevitável do mês de agosto são os Jogos Olímpicos, como palco privilegiado de atos e performances de gênero e sexualidade. Vários parceiros e
Olimpíadas Rio 2016: um panorama preliminar sobre trabalho sexual
O Observatório da Prostituição (LeMetro/UFRJ) está preparando relatório sobre os efeitos dos Jogos Olímpicos Rio 2016 sobre o trabalho sexual. Os resultados da pesquisa, que
Sexualidade feminina nos jogos de 2016: muitos paradoxos
Os Jogos Olímpicos de 2016 têm sido propagandeados como os Jogos das mulheres. De fato, tivemos o maior percentual de competidoras na história e um excelente desempenho das atletas. Mesmo assim, a sexualidade das mulheres continuou sendo recorrente na cobertura olímpica.
Dessacralizando: os “Pastéis do Aborto” de Paula Rego
por Sonia Corrêa Quando, em 1998, a proposta de legalização do aborto em Portugal foi derrotada em um primeiro referendo, a aclamada pintora Paula Rego
‘Prostíbulo: última fronteira do feminismo’
“A grande luta ainda é contra o estigma”, afirma Monique Prada, trabalhadora sexual, presidenta da Cuts (Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais) e coeditora do projeto Mundo Invisível. Em entrevista à Ponte Jornalismo, ela fala sobre as reivindicações das prostitutas: “Somos um grupo de trabalhadoras em busca de direitos trabalhistas reais”.
A política sexual em julho de 2016
Na Conferência Internacional de Aids de Durban (África do Sul), a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA) lançou a publicação “Mito vs Realidade: sobre a resposta brasileira à epidemia de HIV e AIDS em 2016”. Também em Durban,
Quebre as gaiolas
As meninas do Pinjra Tod quebraram a gaiola. É o que diz o próprio nome deste grupo de universitárias indianas sediado em Nova Delhi. No ano passado elas começaram a denunciar a discriminação contra as estudantes nos albergues das universidades. Ganharam o coração das mulheres indianas, cada vez mais organizadas na luta contra a violência e contra o preconceito nesta sociedade patriarcal.

Chamada para dossiê temático: Questões de gênero e sexualidade no universo das migrações transnacionais
Considerando a importância de fomentar espaços de intercâmbio e diálogo de alguns destes trabalhos mais recentes, os “Cadernos do OBMigra – Revista de Migrações Internacionais” – revista científica do Observatório das Migrações Internacionais, – convida pesquisadores com estudos sobre coletivos migrantes no Brasil e de comunidades brasileiras no exterior, a submeterem o resultado das suas pesquisas na próxima edição do periódico. Intitulada “Questões de gênero e sexualidade no universo das migrações transnacionais”.
Eugenia Matricardi:Corpo/Água/Combate
Maria Eugenia Matricardi é artista visual e doutoranda em Poéticas Contemporâneas da Universidade de Brasília – UnB. Ela vive no planalto brasileiro e pertence ao








