{"id":23018,"date":"2020-10-01T16:08:07","date_gmt":"2020-10-01T19:08:07","guid":{"rendered":"https:\/\/spw.fw2web.com.br\/ptbr\/2020\/10\/01\/nosso-corpo-nosso-direito-nossa-escolha\/"},"modified":"2024-01-29T14:00:12","modified_gmt":"2024-01-29T17:00:12","slug":"nosso-corpo-nosso-direito-nossa-escolha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/recomendamos\/noticias-e-analises\/nosso-corpo-nosso-direito-nossa-escolha\/23018","title":{"rendered":"Nosso corpo, nosso direito, nossa escolha"},"content":{"rendered":"<p>Na Fran\u00e7a, a lei relativa \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez, conhecida como Lei Veil &#8211; nome de sua relatora, a ent\u00e3o Ministra da Sa\u00fade Simone Veil -, \u00e9 a lei que regulamenta e despenaliza a interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez (IVG). Promulgada em 12 de janeiro de 1975, a lei Veil complementa outra lei igualmente elaborada por Simone Veil e promulgada na mesma \u00e9poca, a lei de 4 de dezembro de 1974, que autoriza os centros de planejamento familiar a fornecer anticoncepcionais sob prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica a menores de idade, gratuita e anonimamente.<\/p>\n<p>Perfazendo a base desse primeiro e importante passo, ao mesmo tempo real, pol\u00edtico e simb\u00f3lico para a conquista das mulheres sobre o controle dos pr\u00f3prios corpos, os custos de cuidados e de hospitaliza\u00e7\u00e3o vinculados \u00e0 IVG passaram a ser cobertos pela seguridade social, primeiro parcialmente, em 1983 e, em seguida, integralmente a partir de mar\u00e7o de 2013. Aborto legal e seguro, planejamento familiar e acesso gratuito \u00e0 contracep\u00e7\u00e3o s\u00e3o direitos hoje inscritos na lei francesa e amplamente observados em todo o territ\u00f3rio nacional e ultramarino.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/unnamed-5.jpg\" alt=\"\" \/><\/div>\n<p>Contudo, uma \u201clei\u201d de tal porte e impacto societal &#8211; sua reda\u00e7\u00e3o e promulga\u00e7\u00e3o, sua implementa\u00e7\u00e3o e a extens\u00e3o gradativa dos direitos inicialmente obtidos &#8211; n\u00e3o surge\u00a0do nada: ela \u00e9, como sabemos, o resultado de intensa, e por vezes acirrada, mobiliza\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica, midi\u00e1tica e intelectual. No que diz respeito aos pa\u00edses europeus, a conquista do direito de interromper voluntariamente uma gravidez, \u00e9, sobretudo, a vit\u00f3ria de uma longa e \u00e1rdua batalha travada pelas mulheres.<\/p>\n<p>Na Fran\u00e7a, na esteira da Revolu\u00e7\u00e3o de Maio de 68, foi criado o Movimento de Libera\u00e7\u00e3o das Mulheres (MLF) cujo objetivo era lutar em todos os n\u00edveis da sociedade contra a opress\u00e3o e a misoginia e obter a paridade de todos os direitos, morais, sexuais, legais e econ\u00f4micos entre homens e mulheres. A conquista da descriminaliza\u00e7\u00e3o do aborto era, portanto, para o MLF, um primeiro grande passo a ser dado para que as mulheres pudessem conquistar um real direito de cidadania: o direito sobre os pr\u00f3prios corpos.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/unnamed-1-3.jpg\" alt=\"\" \/><\/div>\n<p><strong>Pelo direito de decidir: o MLF e a luta pela descriminaliza\u00e7\u00e3o do aborto<\/strong><\/p>\n<p>Criado em 1970, o MLF foi composto por grupos de diferentes tend\u00eancias pol\u00edticas, filos\u00f3ficas e sociol\u00f3gicas. Desde a sua cria\u00e7\u00e3o, o Movimento organizou manifesta\u00e7\u00f5es e debates entre mulheres, ganhando rapidamente for\u00e7a e visibilidade, mas tamb\u00e9m consci\u00eancia pol\u00edtica, gra\u00e7as, principalmente, \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o de \u201cPsican\u00e1lise e Pol\u00edtica\u201d, tamb\u00e9m conhecido por \u201c<em>Psy &amp; Po<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Articulado e animado pela fil\u00f3sofa e psicanalista Antoinette Fouque, tamb\u00e9m fundadora do MLF, as reuni\u00f5es de\u00a0<em>Psy &amp; Po<\/em>permitiram que in\u00fameras participantes se expressassem livremente sobre as ra\u00edzes da viol\u00eancia contra as mulheres, fomentando a\u00e7\u00f5es ao mesmo tempo psicanal\u00edticas e revolucion\u00e1rias, ou seja, transforma\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas e a\u00e7\u00f5es reais. Essa articula\u00e7\u00e3o do inconsciente com a hist\u00f3ria, psican\u00e1lise e pol\u00edtica, respons\u00e1vel em grande parte pela mudan\u00e7a de um paradigma societal arcaico, \u00e9 de fato a especificidade do movimento franc\u00eas. Na sequ\u00eancia de sua expans\u00e3o e mobilizadas junto a outros movimentos em prol da libera\u00e7\u00e3o das mulheres, como o Movimento pela Liberdade de Aborto e Contracep\u00e7\u00e3o (MLAC) (1), militantes do MLF assinam, o Manifesto 343.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/unnamed-2-2.jpg\" alt=\"\" \/><\/div>\n<p>No dia 12 de outubro de 1971, o tradicional seman\u00e1rio\u00a0<em>Le Nouvel Observateur,<\/em>\u00a0publicou um manifesto no qual centenas de celebridades francesas declararam terem abortado, violando o artigo 317 do c\u00f3digo penal. Redigida por Simone de Beauvoir e liderada pela atriz Jeanne Moreau, a tribuna, que levava o nome de\u00a0<em>Manifeste 343<\/em>, foi assinada por personalidades do mundo liter\u00e1rio e do show business: Simone de Beauvoir, Marguerite Duras, Antoinette Fouque, Fran\u00e7oise Sagan, Catherine Deneuve, Judith Magre, Delphine Seyrig e Agn\u00e8s Varda, entre outras.<\/p>\n<p>As 343 signat\u00e1rias do manifesto, impulsionadas por recentes conquistas em outros pa\u00edses da Europa e pelo evidente atraso da Fran\u00e7a em quest\u00f5es relacionadas \u00e0s liberdades das mulheres, clamavam: \u201cN\u00f3s, 343 mulheres europeias, defendemos uma Europa dos direitos das mulheres e da autodetermina\u00e7\u00e3o\u201d. O texto \u00e9 conclu\u00eddo por uma demanda claramente expressa pelo aborto gratuito.<\/p>\n<p>O objetivo do manifesto era sinalizar publicamente a exist\u00eancia do problema e pressionar o governo a se posicionar. O Minist\u00e9rio P\u00fablico optou por n\u00e3o levar adiante poss\u00edveis processos contra essas mulheres, que corriam, de fato, o risco de serem presas. O impacto do &#8220;Manifesto 343&#8221; foi retumbante. No dia seguinte,\u00a0<em>Le Monde<\/em>, afirma que o texto marca &#8220;uma data na evolu\u00e7\u00e3o dos costumes\u201d. O jornal assinala: \u201cmuitas vezes \u00e9 necess\u00e1rio escandalizar, infelizmente, para apressar os desenvolvimentos essenciais&#8221;.<\/p>\n<p>Engajadas na mesma luta, mulheres de todas as idades, de diferentes campos profissionais e pol\u00edticos, c\u00e9lebres e an\u00f4nimas, pressionaram o poder p\u00fablico, indo \u00e0s ruas, aos est\u00fadios de televis\u00e3o e de r\u00e1dio, denunciando injusti\u00e7as, solidarizando-se com mulheres mundo afora, questionando e combatendo a viol\u00eancia de um Estado que persistia em manter o controle sobre os corpos das mulheres, como afirma brilhantemente Antoinette Fouque (2):<\/p>\n<blockquote><p>Sabemos que as Igrejas nunca deixaram de afirmar o seu dom\u00ednio sobre o corpo das mulheres, mas esquecemos facilmente que os Estados tamb\u00e9m t\u00eam esse desejo de controlar a gesta\u00e7\u00e3o: uns pro\u00edbem o aborto, outros imp\u00f5em a esterilidade. Ser\u00e1 que existe um Estado sequer que n\u00e3o legisle sobre o corpo das mulheres?<\/p><\/blockquote>\n<p>Mas essa vit\u00f3ria, essa grande conquista das mulheres sobre o controle de seus pr\u00f3prios corpos, tanto real quanto simb\u00f3lica, ainda que substancial, permanece sendo um primeiro passo. Ainda hoje, e talvez mais fortemente, a viol\u00eancia contra as mulheres permanece um fato real nas nossas sociedades. Os dados do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a Franc\u00eas indicam que mais de 300 mulheres foram assassinadas por seus maridos ou namorados no ano de 2019. Em seu \u00faltimo relat\u00f3rio, a Inspe\u00e7\u00e3o-Geral de Justi\u00e7a aponta para a inefic\u00e1cia da pol\u00edtica penal francesa em mat\u00e9ria de viol\u00eancia dom\u00e9stica.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/unnamed_1.png\" alt=\"\" \/><\/div>\n<p>No momento em que escrevo, o assassinato da jovem\u00a0Franciele Alves Da Silva, de 29 anos, m\u00e3e de duas crian\u00e7as de quatro e dois anos, choca a comunidade brasileira na Fran\u00e7a. Na \u00faltima sexta-feira, Franciele foi brutalmente assassinada pelo marido no apartamento em que viviam nos arredores de Paris. O coletivo Mulheres da Resist\u00eancia(3), em apoio \u00e0 fam\u00edlia de Franciele, tenta, neste exato momento, arrecadar fundos para que o corpo da jovem brasileira seja repatriado e sepultado em sua cidade natal.<\/p>\n<p>Frequentemente isoladas em suas pr\u00f3prias casas, ref\u00e9ns de um sistema pol\u00edtico, cultural, social e simb\u00f3lico que insiste em perpetuar a condi\u00e7\u00e3o de submiss\u00e3o das mulheres na sociedade, as v\u00edtimas de feminic\u00eddio e de viol\u00eancias conjugais, contam apenas com o apoio e a solidariedade de outras mulheres, individual e coletivamente.<\/p>\n<p>Apesar dos dolosos pesares, unidas, engajadas, ricas em propostas, maduras e refletidas, as mulheres avan\u00e7am, \u00e0s vezes por pequenos recuos, na conquista de suas liberdades e em prol de tempos mais amenos. Oxal\u00e1 n\u00e3o tarde a chegar esse tempo da alteridade, no qual homens e mulheres possam enfim fundar um novo contrato humano.<\/p>\n<p align=\"left\">*<strong>Izabella Borges<\/strong>\u00a0\u00e9 tradutora, mestra e doutora em L\u00edngua, cultura e literatura lus\u00f3fonas\u00a0pela Universidade Sorbonne Nouvelle. A \u00faltima foto \u00e9 de\u00a0<strong>Glauco Salmazio<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Notas complementares:<\/strong><\/p>\n<p>(1)O Movimento pela Liberdade de Aborto e Contracep\u00e7\u00e3o (MLAC) foi uma associa\u00e7\u00e3o criada em abril de 1973 com o objetivo de obter a legaliza\u00e7\u00e3o da interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez (IVG) na Fran\u00e7a. O movimento reunia militantes do Planejamento Familiar, do Movimento de Liberta\u00e7\u00e3o das Mulheres (MLF) e do Grupo de Informa\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade. O movimento foi dissolvido em fevereiro de 1975, ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da lei do Veil que autorizava o aborto.<\/p>\n<p align=\"left\">(2)Psicanalista, escritora, cientista pol\u00edtica e co fundadora do MLF, Antoinette Fouque nasceu em Marselha, 1934, e faleceu em Paris, 2014. Doutora em Ci\u00eancias Pol\u00edticas, foi autora de obras fundamentais para o pensamento contempor\u00e2neo, nas quais teorizava a diferen\u00e7a entre os sexos, trazendo um olhar in\u00e9dito sobre a quest\u00e3o da procria\u00e7\u00e3o. Sua rela\u00e7\u00e3o com a cena intelectual francesa \u00e9 bastante diversificada: enquanto psicanalista, ela se interrogava sobre \u201co que \u00e9 uma mulher\u201d e demonstrava a exist\u00eancia do que conceituou como \u201clibido uterina\u201d. Nas Na\u00e7\u00f5es Unidas e no Parlamento Europeu, no qual foi deputada entre 1994 e 1999, ela contribuiu categoricamente para a conquista de direitos das mulheres. (<a href=\"http:\/\/www.antoinettefouque.com\/\">http:\/\/www.antoinettefouque.com\/<\/a>).<\/p>\n<p>(3)<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mulheresnaresistencia.movimento\/\">https:\/\/www.facebook.com\/mulheresnaresistencia.movimento\/<\/a>\u00a0Femmes de la r\u00e9sistance.<\/p>\n<p><em>Texto originalmente publicado por <a href=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/colunistas\/mulheres-em-movimento\/nosso-corpo-nosso-direito-nossa-escolha\/20735\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mulheres em Movimento, da Folha de Pernambuco.<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Fran\u00e7a, a lei relativa \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez, conhecida como Lei Veil &#8211; nome de sua relatora, a ent\u00e3o Ministra da Sa\u00fade Simone Veil -, \u00e9 a lei que regulamenta e despenaliza a interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez (IVG). 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