{"id":22893,"date":"2020-04-06T22:42:22","date_gmt":"2020-04-07T01:42:22","guid":{"rendered":"https:\/\/spw.fw2web.com.br\/ptbr\/2020\/04\/06\/entrevista-franco-fuica-estallido-chileno\/"},"modified":"2024-01-30T14:19:37","modified_gmt":"2024-01-30T17:19:37","slug":"entrevista-franco-fuica-estallido-chileno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/biblioteca-spw\/entrevistas\/entrevista-franco-fuica-estallido-chileno\/22893","title":{"rendered":"Entrevista Franco Fuica: estallido chileno"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/04\/FrancoFuica1-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-10390 alignright\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/FrancoFuica1-300x200-1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/><\/a> Franco Fuica<strong>, <\/strong>trans masculino, um dos militantes mais antigos do Chile, coordenador da organiza\u00e7\u00e3o Organizando Trans Diversidades (OTD)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Estallido<em> e pol\u00edtica trans<\/em><\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>Como avalia, neste momento, a conquista da Lei de Identidade de g\u00eanero?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Como movimento trans estamos terminando o processo da Lei de Identidade de G\u00eanero, com uma sensa\u00e7\u00e3o agridoce porque, apesar de ser o primeiro passo legal e firme para as pessoas trans, v\u00e1rias coisas nos deixaram incomodados como, por exemplo, a n\u00e3o inclus\u00e3o das\/os menores de 14 anos. Ou a exig\u00eancia de que as pessoas trans l\u00e9sbicas ou gays que estavam casadas devam escolher entre ter um matrim\u00f4nio ou mudar de nome e sexo (porque no Chile n\u00e3o est\u00e1 reconhecida a uni\u00e3o entre pessoas do mesmo sexo). E tamb\u00e9m ver que tudo de alguma forma resulta insuficiente para pessoas trans idosas, que poder\u00e3o mudar o nome mas n\u00e3o ter\u00e3o nenhum tipo de ressarcimento ou repara\u00e7\u00e3o do dano em suas vidas em rela\u00e7\u00e3o a trabalho decente e sal\u00e1rio mensal, aposentadoria etc. Mas, de forma geral, a quest\u00e3o trans com o <em>estallido<\/em> <em>social<\/em>, ganhou um despertar. A sociedade como um todo ficou mais reflexiva.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 viol\u00eancia contra as pessoas trans nas manifesta\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 relatos, como o de uma menina trans colocada em um caminh\u00e3o, logo no segundo dia, golpeada covardemente. Ela disse que ficou inconsciente e acordou jogada na rua. Tudo isso \u00e9 viol\u00eancia policial. Converso frequentemente com pessoas trans que sentiram muito medo de participar. Como uma das coisas que se faz habitualmente s\u00e3o os desnudamentos, as pessoas t\u00eam muito medo. Quando voc\u00ea est\u00e1 com roupa, \u00e9 um homem. Se a tira, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 um corpo de homem. E quando torna-se um corpo de mulher, a goza\u00e7\u00e3o, a viol\u00eancia verbal e eventualmente a viol\u00eancia sexual podem ser maior.<\/p>\n<p>O <em>Estallido social<\/em> provocou muito medo pela viol\u00eancia policial. Aqui no Chile ela \u00e9 mais expl\u00edcita contra mulheres trans do que contra homens trans. Elas chamam mais a aten\u00e7\u00e3o. Muitas s\u00e3o trabalhadoras sexuais e est\u00e3o sempre expostas \u00e0 viol\u00eancia. Elas reclamaram que ficaram sem trabalhar por muitos dias, porque as zonas onde atuavam estavam militarizadas, havia toque de recolher. Sem trabalhar n\u00e3o h\u00e1 o que comer. Nesse contexto, os clientes tamb\u00e9m deixam de procurar sexo.<\/p>\n<p>A respeito das outras diversidades sexuais, a viol\u00eancia contra homens gays foi tamb\u00e9m muito forte. Muitas den\u00fancias de viola\u00e7\u00e3o f\u00edsica, sexual, tanto com penetra\u00e7\u00e3o corporal de outro homem, policiais, como por pistolas, cassetetes, surras, golpes nos genitais, \u00e9 o que mais se informa. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s l\u00e9sbicas, muito insulto (<a href=\"https:\/\/otdchile.org\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/REPORTE-VIOLENCIA-CUERPOS-DISIDENTES-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ver informe aqui<\/a>). O contexto foi de muita viol\u00eancia de g\u00eanero, contra as mulheres em geral.<\/p>\n<p><strong>Como o movimento trans est\u00e1 vendo o debate da Assembleia Constituinte?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Estamos fazendo o ativismo trans de maneira mais institucional h\u00e1 cerca de 10 anos. Como resultado, nos anos 2018\/19, a Universidade do Chile teve como presidente da Federa\u00e7\u00e3o de Estudantes (FECH) uma mulher trans. \u00c9 a Emilia Schneider. Ela \u00e9 uma mulher muito politizada, de esquerda, do Partido dos Comuns, identificado \u00e0 esquerda. Eu creio que em algum momento ela vai chegar a deputada, senadora, dever\u00e1 ser uma das primeiras trans a assumir estes espa\u00e7os.<\/p>\n<p>Quando se est\u00e1 trabalhando a paridade no processo constituinte, em termos de pessoas trans tamb\u00e9m poder\u00edamos estar reivindicando um espa\u00e7o. Mas creio que ainda n\u00e3o \u00e9 o momento que o nosso movimento possa logr\u00e1-lo de maneira real.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2020\/04\/FrancoFuica2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-10391 alignleft\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/FrancoFuica2-300x225-1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a>Uma das pautas do movimento trans \u00e9 a Lei Antidiscrimina\u00e7\u00e3o, que no Chile precisa ser modificada. H\u00e1 um projeto contra a viol\u00eancia que o governo est\u00e1 impulsionando. Ainda que esse governo seja de direita, sabemos que o que temos que fazer \u00e9 estar denunciando e reivindicando a partir do que est\u00e1 sendo discutido agora e seguir com a nossa agenda.<\/p>\n<p><strong>Como tem sido o di\u00e1logo com o governo atual?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco<\/strong>: Durante o <em>Estallido social<\/em>, estivemos numa posi\u00e7\u00e3o especial. Passados uns 5 dias do dia 18\/10, o presidente chamou muitas Ongs para conversar. O governo pediu que fossem vestidos\/as de branco, e assim foram, organiza\u00e7\u00f5es de pessoas com maior poder aquisitivo, sem base social, demonstrar apoio ao governo. N\u00f3s nos posicionamos por n\u00e3o apoiar este governo e o que est\u00e1 fazendo: nos tratando mal, matando gente, mutilando as pessoas na rua. N\u00e3o participamos.<\/p>\n<p>Em OTD t\u00ednhamos um compromisso anterior de forma\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao registro civil de pessoas trans, decidimos seguir trabalhando nisso, que n\u00e3o \u00e9 um trabalho diretamente com o governo. As outras organiza\u00e7\u00f5es nos olharam com desconfian\u00e7a. Mas, temos boa rela\u00e7\u00e3o com os movimentos mais anarquistas, com os partidos pol\u00edticos que apoiam a diversidade. Com todas as Ongs de diversidade temos capacidade de conversar e articular. Creio que isso catapultou a pol\u00edtica de diversidade sexual e de g\u00eanero para o <em>Estallido<\/em> <em>social<\/em>, fazendo-nos mais conscientes e com alguma lideran\u00e7a.<\/p>\n<p>Por decis\u00e3o institucional, de n\u00e3o criar outras OTDs, o que\u00a0 temos feito \u00e9 contribuir para cria\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es de pessoas trans em diversas partes, em Valparaiso, Puerto Montt, Concepci\u00f3n, no norte j\u00e1 existem.<\/p>\n<p><strong>Que efeitos outros o <em>Estallido <\/em>produziu na agenda de g\u00eanero? <\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Da revolta inicial, e provavelmente at\u00e9 o dia de hoje, as pessoas adquiriram mais consci\u00eancia de g\u00eanero. H\u00e1 homens ativistas t\u00e3o machistas quanto os policiais. Aqui se diz: machistas de direita e machistas de esquerda s\u00e3o o mesmo. Mas, principalmente entre aqueles que foram fazer &#8220;primeira linha&#8221;, tinham ou adquiriram uma constru\u00e7\u00e3o mais consciente do feminismo do que tinham os de 40 anos atr\u00e1s, no contexto do Golpe de Estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Lei\u00a0 de Identidade de G\u00eanero<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Como foi o processo de constru\u00e7\u00e3o da lei de identidade de g\u00eanero?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Quando apresentamos o projeto em 2013, ele era muito conservador, inclusive patologizante. Estabelecia que o tr\u00e2mite da transi\u00e7\u00e3o deveria ser judicial, exig\u00eancia de duas testemunhas e necessidade de apresentar certificado de disforia de g\u00eanero. Fez-se isso com a inten\u00e7\u00e3o de facilitar a aceita\u00e7\u00e3o ao projeto. Se apresent\u00e1ssemos um projeto muito audaz, provavelmente ele pararia a\u00ed.<\/p>\n<p>No mesmo momento em que apresentamos o projeto, uma parlamentar nossa aliada de direita, disse que n\u00e3o havia acordo sobre o artigo da inf\u00e2ncia, que fosse retirado e que depois de aprovada a lei poderia levantar de novo o tema. Foi o primeiro recorte antes que virasse projeto de lei.<\/p>\n<p><strong>O que especificamente o texto previa<\/strong>?<\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Que crian\u00e7as trans estariam inclu\u00eddas na lei e que poderiam mudar nome e sexo a partir dos 5 anos por desejo e decis\u00e3o. Isso poderia ser visto atrav\u00e9s de distintas ferramentas como visitas \u00e0 psic\u00f3loga\/o e outras formas pelas quais as crian\u00e7as manifestam seu g\u00eanero. Entre idas e vindas, o projeto foi recha\u00e7ado na C\u00e2mara sem a inclus\u00e3o das crian\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>O projeto foi promulgada no governo Pi\u00f1era?\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco<\/strong>: As negocia\u00e7\u00f5es e debates atravessaram o Governo Bachelet. Quando Pi\u00f1era assumiu em mar\u00e7o, os temas trans estavam muito candentes. Pi\u00f1era havia dito que as crian\u00e7as trans poderiam ser &#8220;curadas&#8221;! Mas ent\u00e3o o filme &#8220;Uma mulher fant\u00e1stica&#8221;, com a atriz trans Daniela Vega, ganhou um Oscar. Em um evento de lan\u00e7amento do Informe de Direitos Humanos, e Pi\u00f1era teve que ceder \u00e0 press\u00e3o, ela disse em seu discurso: as crian\u00e7as trans n\u00e3o se corrigem, n\u00e3o s\u00e3o corrig\u00edveis e as pessoas trans somos trans! E n\u00e3o est\u00e1 na legisla\u00e7\u00e3o que podemos mudar nossos nomes com dignidade. O presidente se viu for\u00e7ado a fazer uma Comiss\u00e3o Mista e n\u00f3s seguimos trabalhando. Finalmente a lei foi promulgada em 28 de novembro de 2018. Estabeleceram 4 meses para instalar uma pol\u00edtica de pessoas trans que, todavia, at\u00e9 o dia de hoje (abril de 2020) n\u00e3o est\u00e1 instalada. O que temos instalado \u00e9 o registro civil aonde trabalhamos para capacitar a todos os oficiais do Chile.<\/p>\n<p><strong>Quais dificuldades pr\u00e1ticas atingem as pessoas trans no Chile?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Primeiro que n\u00e3o sabemos quantas pessoas trans existem no pa\u00eds. Nas pesquisas nacionais, quando se pergunta a identidade de g\u00eanero ou o pesquisador n\u00e3o tem informa\u00e7\u00e3o suficiente para perguntar ou quem responde n\u00e3o tem informa\u00e7\u00e3o para responder.<\/p>\n<p>O tema dos horm\u00f4nios tamb\u00e9m \u00e9 um problema. A testosterona, por exemplo, est\u00e1 em escassez. Em termos pr\u00e1ticos as pessoas n\u00e3o se preocupam com as pessoas trans e as trans masculinas s\u00e3o muito mais invis\u00edveis dentro do coletivo. S\u00e3o quest\u00f5es que, se n\u00e3o tomar em conta de uma perspectiva mais sorora ou fraternal com outras intersec\u00e7\u00f5es, dificilmente vamos alcan\u00e7ar visibilizar algo.<\/p>\n<p><strong>E com a classe m\u00e9dica? Como \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Aqui temos boa rela\u00e7\u00e3o com o Col\u00e9gio de M\u00e9dicos e com algumas escolas de medicina, mas h\u00e1 muita patologiza\u00e7\u00e3o por parte da medicina. A\u00ed se coloca um limite entre a medicina e o movimento trans. A patologiza\u00e7\u00e3o que temos vivido \u00e9 constante. Nunca se deteve porque os m\u00e9dicos t\u00e3o pouco entendem que est\u00e3o patologizando. Eles pensam que est\u00e3o fazendo o bem quando dizem que a pessoa tem uma disforia. N\u00e3o entendem que h\u00e1 liberdade de poder eleger ou poder sentir o seu g\u00eanero e viver como quiser. H\u00e1 muitas coisas que n\u00e3o conseguem entender. Inclusive, isso tamb\u00e9m ocorre dentro do movimento feminista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Feminismo e pessoas trans<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Fale um pouco desta rela\u00e7\u00e3o com o movimento feminista, das contradi\u00e7\u00f5es&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> Eu entendo que h\u00e1 uma grada\u00e7\u00e3o confusa e complicada com o movimento feminista. Eu a encaro numa perspectiva aned\u00f3tica. O movimento feminista tem mais de duzentos anos, cresceu com todas as dificuldades do fato de ser mulher. Chegou num ponto em que gerou uma tremenda abertura para outras coisas, para entender o mundo com maior igualdade, at\u00e9 como maior carinho! De uma maneira mais cuidadosa, o feminismo entrega muitas ferramentas para ver o mundo de outra forma. E, ent\u00e3o, chegam pessoas que v\u00e3o mais al\u00e9m da l\u00f3gica de ser mulher e ser a sujeita oprimida e diz, por exemplo, que tem qualidades masculinas, tem p\u00eanis, test\u00edculos, mas sente-se mulher e ainda mais oprimida. Ent\u00e3o surge a quest\u00e3o de reconhecer essa pessoa, que n\u00e3o \u00e9 a sujeita pr\u00f3pria do feminismo. \u00a0E a\u00ed uma parte do movimento diz: temos lutado para as mulheres e hoje em dia chegam outras pessoas que n\u00e3o hav\u00edamos convidado para &#8220;esta festa&#8221;.<\/p>\n<p>As feministas n\u00e3o est\u00e3o fora, t\u00e3o pouco, da l\u00f3gica da patologiza\u00e7\u00e3o. Muitas o entendem muito bem, outras n\u00e3o. Eis a\u00ed que surge o movimento de feministas radicais trans excludentes, que defendem o feminismo somente para mulheres com vagina. E a trans feminina, que tamb\u00e9m \u00e9 oprimida, fica de fora. O trans masculino, que tamb\u00e9m tem uma viv\u00eancia feminina acerca do ass\u00e9dio, da viola\u00e7\u00e3o, do aborto, tamb\u00e9m fica de fora. Eu creio que desta tens\u00e3o surge a oportunidade de novos feminismos, do trans-feminismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><u>Desigualdade social<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>O discurso do senso comum costuma ser de que o Chile \u00e9 uma na\u00e7\u00e3o rica economicamente. N\u00e3o parece ser isso mostrado pelo <em>estallido<\/em>.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Franco:<\/strong> O Chile era, pelo menos para a regi\u00e3o, um pa\u00eds quase de primeiro mundo, muito desenvolvido. Mostrou-se como um pa\u00eds que saiu da ditadura, da pobreza, de maneira muito airosa. Efetivamente teve gente que lucrou muito. Mas h\u00e1 muita desigualdade. Tem gente que n\u00e3o tem problema de dinheiro e nem sabe o que \u00e9 isso, tem tanto que n\u00e3o dimensiona. Por outro lado h\u00e1 gente que tamb\u00e9m n\u00e3o dimensiona porque n\u00e3o sabe o que \u00e9 ter dinheiro e nunca o tem. Ent\u00e3o t\u00e3o pouco consegue dimensionar quanto \u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo, quanto voc\u00ea alcan\u00e7a com ele. Tem gente muito pobre que vive em situa\u00e7\u00f5es de pobreza c\u00edclica: n\u00e3o tem dinheiro, n\u00e3o tem oportunidade, n\u00e3o tem nem ideias e t\u00e3o pouco t\u00eam como desenvolv\u00ea-las. \u00c9 uma pobreza constante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Franco Fuica, trans masculino, um dos militantes mais antigos do Chile, coordenador da organiza\u00e7\u00e3o Organizando Trans Diversidades (OTD) &nbsp; Estallido e pol\u00edtica trans Como avalia,<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":19822,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[284],"tags":[43,67,317,84,106,107,164,320,319,272],"class_list":{"0":"post-22893","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-entrevistas","8":"tag-antigenero","9":"tag-chile","10":"tag-conservadorismos","11":"tag-criminalizacao","12":"tag-direitos-reprodutivos","13":"tag-direitos-sexuais","14":"tag-igualdade-de-genero","15":"tag-lgbtqia","16":"tag-ultradireita","17":"tag-violencia"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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