{"id":22471,"date":"2017-10-06T20:57:50","date_gmt":"2017-10-06T23:57:50","guid":{"rendered":"https:\/\/spw.fw2web.com.br\/ptbr\/2017\/10\/06\/7770-2\/"},"modified":"2024-01-30T16:36:42","modified_gmt":"2024-01-30T19:36:42","slug":"7770-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/biblioteca-spw\/artigos\/7770-2\/22471","title":{"rendered":"30 anos da Rede Brasileira de Prostitutas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><em>Ana Paula Silva<\/em><\/p>\n<p>No m\u00eas de agosto, o Coletivo DAVIDA e o Observat\u00f3rio da Prostitui\u00e7\u00e3o (IPPUR\/UFRJ) firmou uma s\u00e9rie de parcerias com diversas institui\u00e7\u00f5es para promover v\u00e1rios ciclos de debates \u201c<strong><em>Um S\u00e9culo e Meio de Abolicionismo: prostitui\u00e7\u00e3o, criminaliza\u00e7\u00e3o e o controle da mulher<\/em>\u201d,<\/strong> que teve como proposta discutir as consequ\u00eancias de um s\u00e9culo e meio das pol\u00edticas abolicionistas da prostitui\u00e7\u00e3o nos principais pa\u00edses do Ocidente. Com isso, foi poss\u00edvel apresentar an\u00e1lises cr\u00edticas do abolicionismo que consiste, em geral, na posi\u00e7\u00e3o de que o Estado, atrav\u00e9s de leis que criminalizam a prostitui\u00e7\u00e3o (sem necessariamente criminalizar a prostituta), podem diminuir ou eliminar o com\u00e9rcio do sexo. Composto de pesquisadoras, feministas e trabalhadoras do sexo, as apresenta\u00e7\u00f5es das mesas concentraram na hist\u00f3ria e na atualidade do abolicionismo, particularmente no assim- chamado \u201cModelo N\u00f3rdico\u201d (atualmente representado por muitas pessoas como uma esp\u00e9cie de \u201cbest practice\u201d na luta contra a explora\u00e7\u00e3o sexual), a experi\u00eancia dos EUA (onde o abolicionismo tem se transformado numa verdadeira guerra contra as prostitutas), e a situa\u00e7\u00e3o brasileira (onde um abolicionismo formal \u00e9 utilizado para regulamentar, extraoficialmente, o com\u00e9rcio do sexo). A turn\u00ea de discuss\u00f5es aconteceu enquanto tramitam no Congresso Nacional projetos de lei que criminalizam a contrata\u00e7\u00e3o e oferta de servi\u00e7os sexuais, baseados no controverso \u201cmodelo sueco\u201d, apontado em relat\u00f3rio da Anistia Internacional como desfavor\u00e1vel \u00e0 prote\u00e7\u00e3o dos direitos dessas profissionais. \u00a0\u00a0 Esse ciclo de discuss\u00f5es contou com a presen\u00e7a permanente de Melinda \u201cMindy\u201d Chateauvert, ativista norte-americana e historiadora do movimento das trabalhadoras sexuais, Pye Jakobsson, presidenta do NSWP, organiza\u00e7\u00e3o internacional para profissionais do sexo e Monique Prada, ativista, profissional do sexo, escritora e, atualmente, consultora volunt\u00e1ria para a ONU Mulheres.<\/p>\n<p>Os debates ocorreram em cinco cidades: Florian\u00f3polis, S\u00e3o Paulo, Campinas, Belo Horizonte e Rio de Janeiro e em cada uma dessas cidades contaram com convidadas especiais, como a pesquisadora e professora Adriana Piscitelli (PAGU\/UNICAMP) em Florian\u00f3polis, durante o <strong>\u201cCongresso<\/strong> <strong>13<sup>o<\/sup>. <\/strong><strong>Mundo de Mulheres e Fazendo G<\/strong><strong>\u00eanero 11\u201d<\/strong>. Foi realizada uma mesa- redonda e um Simp\u00f3sio Tem\u00e1tico intitulado <strong>\u201cFeminismo, trabalho sexual e as pol\u00edticas de Estado: do novo abolicionismo ao putafeminismo\u201d<\/strong>. Em S\u00e3o Paulo ocorreram duas sess\u00f5es, uma na USP e contou com a presen\u00e7a da doutoranda do PPGAS\/FFCLH, Let\u00edzia Patriarca e os pesquisadores Ana Paula da Silva (UFF\/DAVIDA\/OP) e Thaddeus Blanchette (UFRJ\/DAVIDA\/OP). A segunda edi\u00e7\u00e3o aconteceu no Teatro do Faroeste com as participantes permanentes. Em Campinas, ocorreram duas mesas e contaram com as participa\u00e7\u00f5es de Amara Moira, prostituta, escritora e doutoranta. Autora do livro \u201cE se eu fosse puta\u201d. Bet\u00e2nia Santos, prostituta, ativista e presidenta da Associa\u00e7\u00e3o de profissionais do sexo \u201cMulheres Guerreiras\u201d e co- presidenta do Coletivo DAVIDA. Foi organizado pelas pesquisadoras Letizia Corazza (PAGU\/UNICAMP), Carolina Branco Castro Ferreira (PAGU\/UNICAMP). Al\u00e9m de ter como mediadora Lauren Zeytoulian (doutoranda do PAGU\/UNICAMP).<\/p>\n<p>A turn\u00ea seguiu para Belo Horizonte que contou com a presen\u00e7a de Cida Vieira, prostituta e ativista, presidente da Associa\u00e7\u00e3o das Profissionais do Sexo de Minas Gerais (APROSMIG), al\u00e9m da pesquisadora e p\u00f3s- doutoranda Let\u00edcia Barreto (UFMG), Anyky Lima, ativista, vice- presidente do Centro de Luta pela Livre Orienta\u00e7\u00e3o Sexual de Minas Gerais (CELLOS-MG). O ciclo de debates encerrou suas atividades no Rio de Janeiro com as presen\u00e7as de Lourdes Barreto, prostituta e ativista, presidenta do Grupo de Mulheres Prostitutas do Estado do Par\u00e1 (GEMPAC), uma das fundadoras do Movimento das Prostitutas, juntamente com Gabriela Leite, que esse ano completa 30 anos e Indianara Siqueira (prostituta, ativista, presidente do TransRevolu\u00e7\u00e3o e idealizadora do projeto Casa Nem. Todas as mesas tiveram como mediadores fixos os antrop\u00f3logos e pesquisadores do Observat\u00f3rio da Prostitui\u00e7\u00e3o Profa. Ana Paula da Silva (UFF). Ela, atualmente, presidenta do Coletivo DAVIDA, especialista nas \u00e1reas de estudos da prostitui\u00e7\u00e3o, turismo sexual e tr\u00e1fico de pessoas. Prof. Thaddeus Blanchette (UFRJ), especialista nos campos da prostitui\u00e7\u00e3o, imigra\u00e7\u00f5es, tr\u00e1fico de pessoas.<\/p>\n<p>A rodada de debates fechou com uma grande confraterniza\u00e7\u00e3o na <strong>\u201cPuta Festa\u201d <\/strong>para comemorar os 30 anos do Movimento de Prostitutas e contou com homenagens a algumas fundadoras do movimento, como Lourdes Barreto (GEMPAC), Genilza Marinho (DAVIDA) e Maria Nilce Santos (DAVIDA). Desfile da cole\u00e7\u00e3o especial da DASPU e da Cole\u00e7\u00e3o Casa Nem, projeto intitulado \u201cCosturaNem\u201d. A festa ainda contou com diversas atra\u00e7\u00f5es musicais e DJ\u2019s.<\/p>\n<p>Os eventos tiveram a presen\u00e7a de p\u00fablico em torno de 1.000 pessoas que se traduziram em plateias interessadas e atentas ao prop\u00f3sito dos eventos que tratavam da necessidade de uma discuss\u00e3o maior sobre o que \u00e9, tamb\u00e9m, ao que tem sido a aboli\u00e7\u00e3o, no Brasil e no exterior, e \u2013 particularmente \u2013 sobre os efeitos da criminaliza\u00e7\u00e3o da compra do sexo, implementada pela Su\u00e9cia, Noruega e, agora, Fran\u00e7a. Pol\u00edtica com grande apelo entre determinados setores feministas e grupos religiosos, o assim chamado \u201cModelo N\u00f3rdico\u201d tem sido duramente criticado pela Anistia Internacional, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, e os movimentos organizados das trabalhadoras do sexo por empurrar a prostitui\u00e7\u00e3o para a clandestinidade. As palestrantes tamb\u00e9m levantaram abundantes dados de pesquisas feitas na Su\u00e9cia que t\u00eam salientado os efeitos negativos dessa pol\u00edtica nas vidas das trabalhadoras do sexo, enfatizando que a vigil\u00e2ncia do Estado sob a prostitui\u00e7\u00e3o acaba estigmatizando as mulheres identificadas como prostitutas, resultando em v\u00e1rias san\u00e7\u00f5es jur\u00eddico-legais contra elas mesmo que a venda do sexo, em si, n\u00e3o seja criminalizada. As mesas discutiram esse modelo (atualmente sendo debatido no Congresso brasileiro sob os ausp\u00edcios de um Projeto de Lei da autoria de Jo\u00e3o Campos, deputado evang\u00e9lico) na luz das experi\u00eancias hist\u00f3ricas com abolicionismo nos EUA e no Brasil.<\/p>\n<p>Dentro desse contexto, a inten\u00e7\u00e3o de organizar esses ciclos de debates foi uma tentativa de evitar os resultados negativos dos \u00faltimos dois anos de disputas no estilo \u201cvamos confrontar os dois lados da quest\u00e3o da prostitui\u00e7\u00e3o\u201d, e, por isso achou-se importante trazer subs\u00eddios para uma discuss\u00e3o mais nuan\u00e7ada sobre o que \u00e9, de fato, a aboli\u00e7\u00e3o e porque as organiza\u00e7\u00f5es como a Anistia Internacional e a OMS, informadas pelo consenso cient\u00edfico, t\u00eam optado para a descriminaliza\u00e7\u00e3o. As organiza\u00e7\u00f5es que pensaram esses eventos tiveram como objetivo principal levar profundidade a cr\u00edtica contra o abolicionismo, trazendo pesquisadoras e ativistas da primeira linha para discutir o assunto.\u00a0 Nesse sentido o Coletivo DAVIDA e o Observat\u00f3rio da Prostitui\u00e7\u00e3o julgaram que faltavam informa\u00e7\u00f5es ao grande p\u00fablico acerca de como os dois abolicionismos \u201cmodelares\u201d do mundo Ocidental (o da Su\u00e9cia e o dos EUA) de fato funcionam, al\u00e9m de, explicar de forma mais geral como s\u00e3o as leis referentes \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o no Brasil. As participantes foram escolhidas por serem excelentes pesquisadoras cient\u00edficas sobre a prostitui\u00e7\u00e3o, ou por serem lideran\u00e7as prostitutas pesadamente engajadas na quest\u00e3o de descriminaliza\u00e7\u00e3o\/regulamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Paula Silva No m\u00eas de agosto, o Coletivo DAVIDA e o Observat\u00f3rio da Prostitui\u00e7\u00e3o (IPPUR\/UFRJ) firmou uma s\u00e9rie de parcerias com diversas institui\u00e7\u00f5es para<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[283],"tags":[60,84,103,107,164,328],"class_list":{"0":"post-22471","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-artigos","7":"tag-brasil","8":"tag-criminalizacao","9":"tag-direitos-humanos","10":"tag-direitos-sexuais","11":"tag-igualdade-de-genero","12":"tag-trabalho-sexual-prostituicao"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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