{"id":21820,"date":"2009-10-06T18:35:50","date_gmt":"2009-10-06T21:35:50","guid":{"rendered":"https:\/\/spw.fw2web.com.br\/ptbr\/2009\/10\/06\/atividades-do-spw-6\/"},"modified":"2025-10-01T19:46:54","modified_gmt":"2025-10-01T22:46:54","slug":"atividades-do-spw-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/biblioteca-spw\/artigos\/atividades-do-spw-6\/21820","title":{"rendered":"Terceira sess\u00e3o \u2013 Sexualidade e economia: visibilidades e vazios"},"content":{"rendered":"<p><em>Dia 25\/8\/09 \u2013 manh\u00e3<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_1137\" aria-describedby=\"caption-attachment-1137\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.sxpolitics.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2009\/10\/vava12.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1137\" title=\"Foto: Vagner Almeida\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/vava12-300x173-1.jpg\" alt=\"Corina Rodriguez, Gabriela Leite, Ana Paula da Silva e Thaddeus Blanchette\" width=\"300\" height=\"173\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1137\" class=\"wp-caption-text\">Corina Rodriguez, Gabriela Leite, Ana Paula da Silva e Thaddeus Blanchette<\/figcaption><\/figure>\n<p>O texto panor\u00e2mico para a terceira sess\u00e3o, intitulado A prostitui\u00e7\u00e3o como atividade econ\u00f4mica no Brasil urbano, foi produzido e apresentado por Ana Paula Silva, professora do Centro Universit\u00e1rio Augusto Motta (UNISUAM), no Rio de Janeiro, e Thaddeus Blanchette, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tamb\u00e9m da UNISUAM. A sess\u00e3o foi coordenada por Gabriela Leite, diretora da ONG Davida \u2013 Prostitui\u00e7\u00e3o, Direitos Civis, Sa\u00fade, com sede no Rio de Janeiro, e os coment\u00e1rios foram feitos por Corina Rodr\u00edguez, economista, pesquisadora do Conselho Nacional de Pesquisas Cient\u00edficas e T\u00e9cnicas (Coincet) e do Centro Interdisciplinar para Estudo de Pol\u00edticas P\u00fablicas (Ciepp) e professora em universidades federais na Argentina.<\/p>\n<p>Gabriela Leite come\u00e7ou a sess\u00e3o destacando que pensar a economia na prostitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 pensar segundo uma l\u00f3gica financeira. Para ela, esta \u00e9 apenas uma das dimens\u00f5es do tema que n\u00e3o pode ser analisado sem refer\u00eancia ao que ela denomina \u201ceconomia do desejo\u201d. Gabriela tamb\u00e9m sublinhou que h\u00e1 muito que aprender com as prostitutas, mas, para isso, \u00e9 preciso tomar dist\u00e2ncia das vis\u00f5es estereotipadas sobre prostitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em seguida, Ana Paula iniciou a apresenta\u00e7\u00e3o do texto, destacando que ele resulta do trabalho de pesquisa recente, o qual desdobrou de um estudo anterior sobre turismo sexual em uma boate da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Essa primeira pesquisa indicou que era fundamental alargar os estudos sobre a economia da prostitui\u00e7\u00e3o feminina como atividade econ\u00f4mica no Brasil urbano e conhecer melhor a\u00a0 l\u00f3gica do mercado sexual no Rio de Janeiro e deus condicionantes. Os dados apresentados foram coletados durante cinco anos, num estudo antropol\u00f3gico sobre pontos de prostitui\u00e7\u00e3o, prostitutas e clientes na cidade do Rio de Janeiro e, no momento, a pesquisa dever\u00e1 se expandir para outras cidades (S\u00e3o Paulo, Curitiba, Goi\u00e2nia), assim como para cidades do Norte e do Nordeste.<\/p>\n<p>Ana Paula lembrou que, historicamente, a prostitui\u00e7\u00e3o \u00e9 percebida no Brasil como um fen\u00f4meno semicriminoso ou, quando n\u00e3o, como uma quest\u00e3o de ordem p\u00fablica:<\/p>\n<p><em>\u201c[cuja] ..an\u00e1lise, ordena\u00e7\u00e3o e (ocasional) repress\u00e3o cabem propriamente \u00e0s autoridades institu\u00eddas do Estado. Em geral, essas s\u00e3o oriundas de dois campos pol\u00edticos\/cient\u00edficos: o jur\u00eddico (composto de policiais, ju\u00edzes e criminologistas) e o m\u00e9dico, particularmente a \u00e1rea da sa\u00fade p\u00fablica. A preocupa\u00e7\u00e3o principal desses agentes tem sido limitar os supostos cont\u00e1gios do \u2018v\u00edcio\u2019 do sexo comercial para que estes n\u00e3o infectassem a fam\u00edlia\u201d. <\/em><\/p>\n<p>Segundo ela, por um lado, a vis\u00e3o secular sobre o \u201cproblema da prostitui\u00e7\u00e3o\u201d foi e continua permeada de concep\u00e7\u00f5es que enfatizam a no\u00e7\u00e3o de mulher viciosa, mas tamb\u00e9m vulner\u00e1vel e escravizada. Por outro, os discursos religiosos, especialmente nas vers\u00f5es dogm\u00e1ticas,\u00a0 descrevem as prostitutas como pecadoras que devem ser salvas antes de serem perdoadas.\u00a0 O tra\u00e7o comum entre as duas vis\u00f5es morais da prostitui\u00e7\u00e3o \u00e9 que ambas negam que a motiva\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria para a decis\u00e3o da pessoa se prostituir possa ser, simplesmente, a racionalidade econ\u00f4mica. Em contraste, o material emp\u00edrico coletado pela pesquisa indica que a quase totalidade das entrevistadas escolhe a prostitui\u00e7\u00e3o como atividade que as remunera melhor do que outras op\u00e7\u00f5es do mercado de trabalho, o que pode ser sintetizado pela resposta de uma das entrevistadas:<br \/>\n<em><br \/>\n&#8220;It\u2019s money, honey. \u00c9 tudo por dinheiro. O que voc\u00ea acha?\u201d<\/em><\/p>\n<p>Ana Paula e Taddheus qualificam a prostitui\u00e7\u00e3o no chamado eixo Rio-S\u00e3o Paulo como \u201cnormativa\u201d ou \u201cmodelar\u201d. Essa regi\u00e3o, que concentra cerca de 30% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, constitui um p\u00f3lo hist\u00f3rico de migra\u00e7\u00e3o interna, e o que acontece nestas duas capitais repercute por todo o pa\u00eds. Os resultados da pesquisa indicam que ainda hoje o Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo atraem trabalhadoras sexuais de todo o pa\u00eds e continuam sendo as cidades mais citadas pelos clientes entrevistados, particularmente os estrangeiros, mesmo que na m\u00eddia e no senso comum o Nordeste seja hoje o novo p\u00f3lo de turismo sexual.<\/p>\n<p>Ana Paula enfatizou ainda que para analisar a prostitui\u00e7\u00e3o como atividade econ\u00f4mica \u00e9 fundamental analisar o panorama do mercado de trabalho brasileiro a partir de uma perspectiva de g\u00eanero. Quando se consideram os tr\u00eas indicadores que comp\u00f5e o \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) \u2013 esperan\u00e7a de vida, educa\u00e7\u00e3o e renda \u2013, existe paridade ou mesmo vantagem da popula\u00e7\u00e3o feminina no caso das duas primeira vari\u00e1veis. Mas no caso da renda a disparidade persiste. As mulheres s\u00e3o hoje 45% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa mas, em m\u00e9dia, sua renda salarial \u00e9 30 % menor que a dos\u00a0 trabalhadores masculinos. Al\u00e9m disso, as mulheres continuam concentradas no setor de servi\u00e7os, especialmente servi\u00e7os dom\u00e9sticos (cerca de 19% do total de trabalhadoras brasileiras). Por fim, a divis\u00e3o sexual do trabalho que ainda persiste faz com que as mulheres continuem, predominantemente, respons\u00e1veis pelos afazeres dom\u00e9sticos, o que demanda hor\u00e1rios de trabalho flex\u00edveis. Assim:<\/p>\n<p><em>\u201cA prostitui\u00e7\u00e3o oferece iguais ou at\u00e9 melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho, por um \u2018sal\u00e1rio\u2019 bem maior do que quase qualquer outro tipo de trabalho constitutivo de gueto dos subempregos femininos. O dinheiro \u00e9 maior, o hor\u00e1rio mais flex\u00edvel e as viola\u00e7\u00f5es dos direitos das trabalhadoras n\u00e3o s\u00e3o piores do que em qualquer outra profiss\u00e3o feminina no universo urbano, segundo nossas informantes\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Embora parte significante das prostitutas ouvidas na pesquisa diga que a prostitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um trabalho agrad\u00e1vel ou ideal, elas alegam permanecer na atividade em raz\u00e3o da remunera\u00e7\u00e3o que, em muito casos, lhes possibilitou maior mobilidade s\u00f3cio-econ\u00f4mica do que as demais op\u00e7\u00f5es ocupacionais dispon\u00edveis (como caixa de supermercado, por exemplo). A prostitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas paga mais que o sal\u00e1rio m\u00ednimo oferecido nestas alternativas de emprego, mas tamb\u00e9m proporciona razo\u00e1vel flexibilidade em termos de jornada de trabalho. Na mostra da pesquisa h\u00e1, inclusive, casos de mulheres que abandonaram profiss\u00f5es de maior status e razoavelmente bem remuneradas \u2013 como o trabalho de corretora de im\u00f3veis \u2013 para trabalhar na prostitui\u00e7\u00e3o. Ana e Thaddeus tamb\u00e9m observam que o casamento n\u00e3o \u00e9 percebido como uma porta de sa\u00edda potencial da prostitui\u00e7\u00e3o. Os depoimentos coletados na pesquisa revelam que muitas mulheres se prostituem para complementar a renda da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Apesar das vantagens do trabalho sexual descritas pelas informantes, a an\u00e1lise tamb\u00e9m pontua que se trata de uma atividade que pode ser muito cansativa, implicar em riscos e insalubridade. Na medida em que a legisla\u00e7\u00e3o vigente no pa\u00eds \u00e9 contradit\u00f3ria \u2013 n\u00e3o criminaliza as mulheres,\u00a0 mas sim a explora\u00e7\u00e3o da prostitui\u00e7\u00e3o \u2013, h\u00e1 obst\u00e1culos para uma regulamenta\u00e7\u00e3o profissional que poderia, eventualmente, criar melhores condi\u00e7\u00f5es laborais.\u00a0 Os\/as dois\/as autores\/as descrevem situa\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia exercidas por\u00a0 cafet\u00f5es, donos de boates, casas noturnas e termas, que n\u00e3o \u00e9 nunca coibida, pelo fato da profiss\u00e3o n\u00e3o ser reconhecida como trabalho.<\/p>\n<p><em>\u201cEm outras palavras, embora a cafetinagem, em sua acep\u00e7\u00e3o mais brutalmente exploradora, n\u00e3o pare\u00e7a ser estruturalmente significante na organiza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da prostitui\u00e7\u00e3o urbana (particularmente no Rio de Janeiro), existe uma s\u00e9rie de agentes que exploram a prostituta, no sentido marxista da palavra, atrav\u00e9s da expropria\u00e7\u00e3o dos frutos de seu trabalho. A desregulamenta\u00e7\u00e3o do trabalho sexual impede a organiza\u00e7\u00e3o efetiva das prostitutas, enquanto classe, para manter as atividades desses agentes dentro dos limites do aceit\u00e1vel\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 geografia humana do trabalho sexual no Rio de Janeiro, Ana e Thaddeus apresentam um mapa preliminar do mercado de servi\u00e7os sexuais femininos na cidade. Nesse exerc\u00edcio, problematizam a hierarquia consagrada nas ci\u00eancias sociais acerca do \u201cbaixo, m\u00e9dio e alto meretr\u00edcio\u201d, observando que tal classifica\u00e7\u00e3o estabelece uma escala tanto econ\u00f4mica, quanto moral, para classificar tipos de trabalho sexual:<\/p>\n<p><em>\u201cEm primeiro lugar, n\u00e3o existe prova alguma de que a prostitui\u00e7\u00e3o mais barata \u00e9, por natureza, necessariamente mais violenta, degradante ou at\u00e9 prom\u00edscua que a prostitui\u00e7\u00e3o mais cara, como Dantas argumenta. No m\u00e1ximo, isto s\u00f3 pode ser qualificada como hip\u00f3tese a ser explorada. Em segundo, n\u00e3o existe uma concord\u00e2ncia absoluta entre os tipos de trabalho sexual, os pre\u00e7os pagos por ele, os tipos de clientes que o compram e os tipos de mulher que os providenciam\u201d. <\/em><\/p>\n<p>No mapeamento feito dos locais de servi\u00e7o sexual no Rio de Janeiro, Ana e Taddheus identificaram 304 \u201cpontos\u201d que classificam em tr\u00eas tipos b\u00e1sicos: pontos fechados, que s\u00e3o lugares com pouca ou nenhuma visibilidade frente ao entorno social, como \u00e9 o caso de termas, boates, casas de massagem e priv\u00eas; pontos abertos, que s\u00e3o locais ao ar livre potencialmente vis\u00edveis aos olhos da sociedade, como ruas, bares, restaurantes e praias; e lugares mistos, que s\u00e3o estabelecimentos simultaneamente abertos e fechados. A pesquisa tamb\u00e9m detalha as atividades e modalidades encontradas em cada tipo de ponto e analisa \u201ccategorias morais da prostitui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Assim, o objetivo do estudo foi contribuir para desnaturalizar e desconstruir os preconceitos relacionados ao mercado do sexo no Brasil, estimulando a elabora\u00e7\u00e3o de pesquisas semelhantes em outras regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><strong>:: COMENT\u00c1RIOS ::<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Corina Rodr\u00edguez fez seus coment\u00e1rios como uma economista que pensa quest\u00f5es de economia a partir da perspectiva feminista. Observou, contudo, que suas reflex\u00f5es acerca das vincula\u00e7\u00f5es entre sexualidade e economia s\u00e3o ainda explorat\u00f3rias e preliminares. Suas observa\u00e7\u00f5es\u00a0 foram de duas ordens. Num\u00a0 primeiro bloco, ela examinou quest\u00f5es suscitadas pela leitura do texto panor\u00e2mico e, em seguida, elaborou algumas reflex\u00f5es sobre aspectos que, ao seu ver, precisariam ser inclu\u00eddos na an\u00e1lise.<\/p>\n<p>A economista reiterou a import\u00e2ncia de considerar a prostitui\u00e7\u00e3o uma atividade econ\u00f4mica, situada no contexto mais amplo da inser\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho no Brasil, marcada por uma segrega\u00e7\u00e3o ocupacional baseada no sexo, da qual resulta que as mulheres estejam em setores de maior informalidade e precariedade e que haja uma persistente disparidade salarial entre homens e mulheres. Contudo, tamb\u00e9m interrogou a no\u00e7\u00e3o de escolha da atividade, enfatizada pelo texto panor\u00e2mico, a partir da perspectiva desenvolvida por economistas feministas, que consideram necess\u00e1rio e produtiva questionar os pressupostos de escolha racional que informam a economia cl\u00e1ssica, pois essas escolhas est\u00e3o sempre contaminadas por posi\u00e7\u00f5es individuais e contextos determinados pela l\u00f3gica mais geral do capitalismo e da domin\u00e2ncia masculina.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ao \u201ctornar igual\u201d o trabalho na prostitui\u00e7\u00e3o e outro emprego qualquer, a an\u00e1lise tende a inviabilizar as peculiaridades da ocupa\u00e7\u00e3o que tem tra\u00e7os muito distintos de empregos convencionais, j\u00e1 que \u00e9 cercada por marginalidade, forte estigma social, maior vulnerabilidade \u00e0 viol\u00eancia f\u00edsica e \u00e0 transmiss\u00e3o de doen\u00e7as sexualmente transmiss\u00edveis, ou mesmo a formas espec\u00edficas de explora\u00e7\u00e3o por parte de cafet\u00f5es. Por outro lado, se o n\u00edvel de remunera\u00e7\u00e3o, a autonomia e a flexibilidade s\u00e3o vantagens evidentes nesta ocupa\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m \u00e9 preciso reconhecer que as prostitutas vivem situa\u00e7\u00f5es de inseguran\u00e7a e vulnerabilidade e, sobretudo, carecem de pol\u00edticas p\u00fablicas e direitos a que tem acesso, pelo menos formal, as demais trabalhadoras.<\/p>\n<p>Finalmente, Corina complementa com dimens\u00f5es importantes ausentes no texto panor\u00e2mico que, ao seu ver, deveriam ser inclu\u00eddas na an\u00e1lise. A primeira diz respeito a situar o estudo realizado no Rio de Janeiro no contexto brasileiro mais amplo, pois, em outros lugares, o mercado do sexo pode assumir configura\u00e7\u00f5es diferentes das que se observam no Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo. Em segundo lugar, seria muito importante estimar qual \u00e9 a contribui\u00e7\u00e3o do mercado do sexo para a economia da cidade e do pa\u00eds, apontando qual \u00e9 rela\u00e7\u00e3o desta com outros setores, como no caso do turismo. Ela sugeriu ainda que seria fundamental examinar se as a\u00e7\u00f5es estatais relativas \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o se resumem \u00e0 a\u00e7\u00e3o policial repressiva ou se incluem aspectos relativos \u00e0 regula\u00e7\u00e3o no sentido econ\u00f4mico e, sobretudo, se existem ou n\u00e3o pol\u00edticas p\u00fablicas espec\u00edficas para responder \u00e0s necessidades das trabalhadoras sexuais. Corina finalizou enfatizando que, nesse campo de pesquisa, \u00e9 crucial estabelecer o debate entre pol\u00edticas p\u00fablicas de reconhecimento e pol\u00edticas redistributivas.<\/p>\n<p>&gt; <a href=\"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/biblioteca-spw\/artigos\/atividades-do-spw-7\/21821\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leia o resumo do painel 3<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia 25\/8\/09 \u2013 manh\u00e3 O texto panor\u00e2mico para a terceira sess\u00e3o, intitulado A prostitui\u00e7\u00e3o como atividade econ\u00f4mica no Brasil urbano, foi produzido e apresentado por<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":13558,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[283],"tags":[84,359,107,323,328],"class_list":{"0":"post-21820","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-artigos","8":"tag-criminalizacao","9":"tag-dialogos-regionais","10":"tag-direitos-sexuais","11":"tag-sexualidades","12":"tag-trabalho-sexual-prostituicao"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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