{"id":21808,"date":"2009-04-16T21:09:14","date_gmt":"2009-04-17T00:09:14","guid":{"rendered":"https:\/\/spw.fw2web.com.br\/ptbr\/2009\/04\/16\/sexualidade-na-arte\/"},"modified":"2024-02-01T18:07:40","modified_gmt":"2024-02-01T21:07:40","slug":"sexualidade-na-arte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/biblioteca-spw\/entrevistas\/sexualidade-na-arte\/21808","title":{"rendered":"V\u00eddeo O poder dos &#8216;Movimentos corporais&#8217;"},"content":{"rendered":"<p><em>Entrevista: Angela Collet, Aline Valentim e Valentina Homem<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_740\" aria-describedby=\"caption-attachment-740\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/site-oficina-3.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-740\" title=\"site-oficina-3\" src=\"http:\/\/sxpolitics.org\/ptbr\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2023\/06\/site-oficina-3.jpg\" alt=\"site-oficina-3\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-740\" class=\"wp-caption-text\">Angela Collet, Aline Valentim e Valentina Homem, idealizadoras do v\u00eddeo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Durante o <strong>XI F\u00f3rum Internacional AWID <\/strong>(\u00c1frica do Sul, novembro de 2008), foi realizada a oficina <em>O poder dos &#8216;Movimentos corporais&#8217;<\/em> (do nome em ingl\u00eas &#8220;The power of &#8216;body movement'&#8221;), atividade que aconteceu no primeiro dia do encontro e que teve grande repercuss\u00e3o entre as\/os participantes. Com uma din\u00e2mica que priorizava os sentidos e percep\u00e7\u00f5es em detrimento da racionaliza\u00e7\u00e3o e das discuss\u00f5es te\u00f3ricas, esta sess\u00e3o tamb\u00e9m explorou a potencialidade de recursos audiovisuais para dar evid\u00eancia ao corpo como instrumento de empoderamento das mulheres, interc\u00e2mbio e transforma\u00e7\u00e3o social. Entre tais recursos estava o v\u00eddeo hom\u00f4nimo \u00e0 oficina, de seis minutos, produzido para esta atividade.<\/p>\n<p>Idealizada por Angela Collet, cientista social com interesse em estudos sobre corpo-sensitivo e desenvolvimento humano, Aline Valentim, tamb\u00e9m cientista social e pesquisadora na \u00e1rea de dan\u00e7as e ritmos populares\/\u00e9tnicos brasileiros, e Valentina Homem, documentarista (respectivamente na foto), a oficina tem a possibilidade de gerar desdobramentos. A seguir, confira entrevista com as tr\u00eas jovens, que falaram ao SPW sobre o v\u00eddeo, o projeto da oficina e planos, e veja tamb\u00e9m o v\u00eddeo <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=mfi6OnMwtis&amp;feature=player_embedded\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O poder dos &#8216;Movimentos corporais&#8217;<\/a>, produzido em parceria com Ricardo D&#8217;Aguiar.<\/p>\n<p><strong>SPW &#8211; Qual era a proposta de voc\u00eas com a oficina \u201cO poder dos \u2018Movimentos corporais\u2019\u201d?<\/strong><br \/>\nDesde o princ\u00edpio a nossa proposta era criar um espa\u00e7o alternativo dentro do f\u00f3rum, que fosse na contram\u00e3o dos formatos normalmente usados. Encontros como esse costumam ser quase cem por cento baseados em pain\u00e9is, debates, discuss\u00f5es te\u00f3ricas etc. Da\u00ed nossa id\u00e9ia de concentrar nosso trabalho todo em est\u00edmulos audiovisuais e trabalho corporal, com o intuito de deslocar o foco, criar novas linguagens poss\u00edveis. Al\u00e9m disso, o \u201ccorpo\u201d \u00e9 um dos temas centrais do movimento feminista e movimento de mulheres, s\u00f3 que dificilmente ele \u00e9 usado em espa\u00e7os desse tipo. Fala-se muito sobre o corpo, mas no fundo presta-se pouqu\u00edssima aten\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio corpo, ao corpo da\/o outra\/o (seja a sa\u00fade, a sexualidade, etc.). Dessa forma, desde o princ\u00edpio, quer\u00edamos criar um espa\u00e7o onde o corpo estivesse realmente no centro, n\u00e3o apenas como tema, mas como meio, fim, como uma ferramenta important\u00edssima e de enorme poder.<\/p>\n<p>De maneira geral, todos os recursos utilizados por n\u00f3s na sess\u00e3o (tanto o v\u00eddeo quanto os recursos de \u00e1udio, os incensos, as velas, as comidas) tinham o objetivo de funcionar como est\u00edmulos sens\u00edveis, que potencializassem os cinco sentidos das\/os participantes. O v\u00eddeo \u201cO poder dos \u2018Movimentos corporais\u2019\u201d, que mostramos na sess\u00e3o, tinha como objetivo chamar aten\u00e7\u00e3o para os temas que nos interessavam, tendo sempre o corpo como centro. O v\u00eddeo &#8220;fala&#8221; do corpo e seus v\u00e1rios sentidos, aspectos, fun\u00e7\u00f5es, etc., usando imagens fortes, frases curtas e objetivas. Quer\u00edamos marcar a percep\u00e7\u00e3o das pessoas com algumas id\u00e9ias sobre o corpo, gerando repercuss\u00e3o no trabalho corporal que se seguiu.<\/p>\n<p><strong>SPW &#8211; Como v\u00eaem o papel do corpo no processo de empoderamento e reconhecimento dos direitos das mulheres, especificamente?<\/strong><br \/>\nPrecisamos abrir espa\u00e7o para novas formas de pensar e viver nesse mundo. Mesmo no interior de movimentos libert\u00e1rios como o feminista, seguimos reproduzindo formas de organiza\u00e7\u00f5es e olhares ainda conservadores e fragmentados. Trata-se de iniciarmos outros processos, abrirmos novos canais, n\u00e3o apenas no interior do movimento, mas no fluxo de nossas vidas e de nosso olhar. Da\u00ed que colocar o corpo como elemento fundamental, onde todos os processos ocorrem, pode ser muito rico. Podemos construir consci\u00eancia via corpo, pr\u00e1ticas corporais. O corpo \u00e9 o que temos de mais concreto, \u00e9 o ponto de interse\u00e7\u00e3o da pessoa com o mundo e a hist\u00f3ria \u2013 o corpo \u201csuperf\u00edcie de inscri\u00e7\u00e3o dos acontecimentos\u201d, como diz Foucault. \u00c9 evidente assim o seu papel fundamental em qualquer processo de empoderamento que se queria engendrar. N\u00e3o s\u00f3 reconhecendo o corpo como lugar de viol\u00eancia e viola\u00e7\u00e3o sofrida pelas pessoas (mulheres, homens, transg\u00eaneros, intersex), mas sobretudo entendendo este mesmo corpo como ferramenta fundamental para superar a viol\u00eancia e a viola\u00e7\u00e3o sofridas. O corpo que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o lugar do abuso, mas tamb\u00e9m o lugar do prazer. E n\u00e3o s\u00f3 o lugar, como principalmente o meio.<\/p>\n<p><strong>SPW &#8211; O que destacam como desafio para que o corpo efetivamente seja reconhecido como instrumento de empoderamento no movimento social e nas pol\u00edticas p\u00fablicas?<\/strong><br \/>\n\u00c9 fundamental considerar o corpo das pessoas como ferramentas, como espa\u00e7o concreto e ve\u00edculo para compartilhar conhecimento, poder e transforma\u00e7\u00e3o social. Isso significa que as pessoas devem n\u00e3o s\u00f3 falar do corpo, mas usar o corpo, olhar para o corpo. Acreditamos que existe uma quantidade sem fim de estigmas que se tornam barreiras \u00e0 concretiza\u00e7\u00e3o disso, sobretudo dentro do pr\u00f3prio movimento feminista. O exemplo da prostitui\u00e7\u00e3o ilustra bem isso. Em muitos espa\u00e7os feministas, \u00e9 impens\u00e1vel que uma mulher que venda seu corpo possa estar fazendo isso por op\u00e7\u00e3o e, muito menos, por prazer. Quando, na verdade, a prostitui\u00e7\u00e3o acontecendo dessa forma pode ser entendida como um s\u00edmbolo de empoderamento fort\u00edssimo. Desconstruir estigmas como esse \u00e9 fundamental nesse processo de reconhecimento do corpo como instrumento de empoderamento, seja dentro dos movimentos sociais ou para a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. Por outro lado, \u00e9 fundamental que feministas e ativistas em geral comecem a usar mais o corpo de maneira \u201cproativa\u201d. Que se desloquem do discurso, da palavra e se toquem, se observem, dancem mais, fa\u00e7am mais exerc\u00edcio, se alimentem melhor. Que se conectem mais consigo mesmas\/os e assim fa\u00e7am de seus pr\u00f3prios corpos uma arma poderosa da luta que integram.<\/p>\n<p><strong>SPW &#8211; Aline, como foi participar pela primeira vez do F\u00f3rum Internacional AWID?<\/strong><br \/>\nFoi uma experi\u00eancia realmente especial. Eu nunca havia participado de um encontro internacional dessa magnitude. Fiquei impressionada com a diversidade de realidades e especificidades culturais concentradas num mesmo espa\u00e7o (&#8230;). Foram v\u00e1rias atividades simult\u00e2neas, muita informa\u00e7\u00e3o, mas tudo funcionando muito bem. Minha maior satisfa\u00e7\u00e3o foi poder levar uma proposta diferenciada para dentro daquele espa\u00e7o, pois este excesso de informa\u00e7\u00e3o, certamente um forte est\u00edmulo que amplia nossa vis\u00e3o sobre o mundo e suas complexidades, tamb\u00e9m pode dificultar um contato mais profundo entre as pessoas. A proposta da nossa sess\u00e3o era justamente criar este \u201cespa\u00e7o vazio\u201d, onde as pessoas pudessem entrar em contato com quest\u00f5es centrais em encontros como esse, mas a partir de outras vias e n\u00e3o apenas da exposi\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o oral. Essa experi\u00eancia aproxima as pessoas, potencializa, de certa forma, n\u00e3o s\u00f3 um contato pessoal subjetivo e emocional mais profundo, mas tamb\u00e9m ajuda a construir rela\u00e7\u00f5es entre pessoas. Isso \u00e9 desenvolvimento humano.<\/p>\n<p><strong>SPW &#8211; Quantas pessoas estimam ter participado desta atividade e qual \u00e9 a avalia\u00e7\u00e3o de voc\u00eas sobre a oficina?<\/strong><br \/>\nCerca de 45 pessoas participaram. Pens\u00e1vamos em trabalhar com 20 pessoas no m\u00e1ximo, principalmente por conta do tempo da sess\u00e3o \u2013 1h30. Ainda assim, o resultado do trabalho superou em muito as expectativas. Revelou como as pessoas est\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 abertas, mas desejosas de atividades como a que organizamos. Durante a formula\u00e7\u00e3o da sess\u00e3o, conversamos muito sobre o impacto que trabalhar o corpo poderia gerar, as dificuldades que poder\u00edamos enfrentar no sentido da resist\u00eancia das pessoas em se permitirem movimentar, tocar e tocar outras pessoas. Mas a atividade fluiu perfeitamente e, ao final, era vis\u00edvel o clima de satisfa\u00e7\u00e3o, alegria e tranq\u00fcilidade com que haviam passado por aquela experi\u00eancia. Pessoas que nunca tinham se visto antes se abra\u00e7aram como velhas amigas e isto foi realmente emocionante. Esta \u00e9 a prova de que se podem construir rela\u00e7\u00f5es profundas e produtivas a partir de intera\u00e7\u00f5es de outra natureza, que n\u00e3o apenas intelectual\/racional.<\/p>\n<p><strong>SPW &#8211; Planejam dar continuidade ao trabalho que iniciaram no F\u00f3rum AWID?<\/strong><br \/>\nExistem muitos planos. O primeiro deles \u00e9 realizar uma oficina como essa no Rio de Janeiro. Usaremos a oportunidade pra aprimorar o formato que elaboramos. Al\u00e9m de fazer uma oficina mais longa, queremos incluir participantes de diferentes origens. Queremos tamb\u00e9m dar continuidade ao projeto com uma atividade no sert\u00e3o pernambucano, com trabalhadoras rurais, onde combinaremos as oficinas corporais com oficinas de v\u00eddeo e digital \u201cstory telling\u201d. Este projeto est\u00e1 ainda em desenvolvimento, mas pode acontecer em 2009. Ainda na Cidade do Cabo fomos \u201cconvidadas\u201d para realizar a oficina em diversos lugares e estamos esperando a concretiza\u00e7\u00e3o disso tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Veja o curta <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=mfi6OnMwtis&amp;feature=player_embedded\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O poder dos \u2018Movimentos corporais\u2019<\/a><\/p>\n<p><strong>:: Publicado em 26\/01\/2009 ::<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista: Angela Collet, Aline Valentim e Valentina Homem Durante o XI F\u00f3rum Internacional AWID (\u00c1frica do Sul, novembro de 2008), foi realizada a oficina O<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":13542,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[284],"tags":[139,320,323,328],"class_list":{"0":"post-21808","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-entrevistas","8":"tag-feminismos","9":"tag-lgbtqia","10":"tag-sexualidades","11":"tag-trabalho-sexual-prostituicao"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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